
Uma das principais causas de morte entre as mulheres no mundo é o câncer de mama. De fato, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a cada ano são detectados mais de 220 mil novos casos somente na América Latina e no Caribe, e cerca de 60 mil mulheres morrem por essa causa, metade delas antes de completar 65 anos. Nesse contexto, a pergunta feita por uma equipe multidisciplinar mexicana é mais do que relevante: será que podemos encontrar “marcas biológicas” do câncer de mama em uma amostra de sangue e usá-las para identificar mulheres com risco de desenvolver a doença antes que sintomas ou sinais evidentes apareçam?


